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segunda-feira, 3 de junho de 2013
o medo da polêmica...
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domingo, 19 de maio de 2013
o mito da caverna...
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| Vista do Central Park, face norte, nas 4 estações do ano. |
Pegue uma caixa ou o cômodo de uma casa, numa versão ampliada, e vede suas paredes com um material opaco e totalmente preto. Deixe apenas um pequeno orifício aberto, em uma das paredes, por onde a luz do exterior irá penetrar. Os raios de luz que iluminam o objeto ou a paisagem no exterior da caixa passam pelo pequeno buraco e projetam na parede oposta a ele uma figura idêntica ao objeto ou a paisagem externa, só que invertida (o fato de a imagem ter forma semelhante ao objeto ou à paisagem e ser invertida evidenciam a propagação retilínea da luz).
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| Imagens da Ponte do Brooklyn, invertida e não-invertida. |
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| Vistas da Ponte de Manhattan: a utilização de um prisma reverte a inversão da imagem projetada. |
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| Times Square projetada. |
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| Visões de Veneza. |
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| Catedral de Antuérpia, Bélgica, projetada sobre parede na qual o espelho antigo está encostado. |
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| Boston. |
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| Pátio interno de castelo sobre dormitório coletivo. |
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| Vista de Florença - primeira dessa série de fotos - e paisagens da Toscana. |
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
crepúsculo...
Kyle Thompson é desses fenômenos da blog-arte. 21 anos, residente da grande Chicago, descreve-se como apaixonado por bosques desertos e lugares abandonados. Quase a maioria das fotos que posta foi tirada por ele mesmo. O mais engraçado são os reblogs via tumblr de seus retratos meio "saga crepúsculo". Um deles diz "tenho certeza de que você segue esse jovem artista, caso contrário, suas referências não são tão ricas quanto poderiam ser". Falaram pra seguir, então...
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
árvore genealógica...
Constituída por nove registros fotográficos tirados desde a luz da manhã até o entardecer, "árvore genealógica", de 2000, refere-se ao conjunto de pensamentos, frases, contos e ditos populares que remetem à linhagem ancestral do chinês Zhang Huan, desenhados por três especialistas em caligrafia sobre seu rosto e cabeça até que não sobrasse mais espaço de pele que não estivesse inteiramente recoberto de nanquim.
Ao mesmo tempo que representação da afirmação de suas origens e referências, o rosto enegrecido de Zhang Huan nos fala de anulação, de perda de identidade. Entre esses dois pólos está a noção de que, ao seguirmos nossa trajetória, não temos o controle absoluto sobre ela. Da origem ao fim, seguimos guiados por um certo destino, um certo acaso a determinar nossas escolhas e ações.
No espectro abrangente da arte contemporânea mundial, é inegável a quantidade de artistas cujas obras estão intrinsecamente entrelaçadas com suas personas, suas vidas. É o caso de Zhang Huan. Seu mundo interior, subjetivo, a interpretação pessoal da experiência vivida, são fundamentais como materiais constitutivos de seu trabalho. Isso tem um peso ainda maior vindo de um país como a China. Ou, de outro modo, isso tem um sentido específico tratando-se da cultura chinesa, uma cultura tão rica e antiga, recorrentemente confrontada entre o coletivo e o individual, entre tradição e modernidade, totalitarismo e liberdade.
Ao mesmo tempo que representação da afirmação de suas origens e referências, o rosto enegrecido de Zhang Huan nos fala de anulação, de perda de identidade. Entre esses dois pólos está a noção de que, ao seguirmos nossa trajetória, não temos o controle absoluto sobre ela. Da origem ao fim, seguimos guiados por um certo destino, um certo acaso a determinar nossas escolhas e ações.
No espectro abrangente da arte contemporânea mundial, é inegável a quantidade de artistas cujas obras estão intrinsecamente entrelaçadas com suas personas, suas vidas. É o caso de Zhang Huan. Seu mundo interior, subjetivo, a interpretação pessoal da experiência vivida, são fundamentais como materiais constitutivos de seu trabalho. Isso tem um peso ainda maior vindo de um país como a China. Ou, de outro modo, isso tem um sentido específico tratando-se da cultura chinesa, uma cultura tão rica e antiga, recorrentemente confrontada entre o coletivo e o individual, entre tradição e modernidade, totalitarismo e liberdade.
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